http://www.makepovertyhistory.org

segunda-feira, agosto 28, 2006

...searching...

Este blog necessita de colaboradores uma vez que o autor já não é aluno da ESE. Quem estiver interessado é só enviar-me um e-mail. Para que a ESE continue revista.

terça-feira, maio 16, 2006

Do que fomos capazes!

Posted by Picasa

(área-escola da turma B época 2005/2006)

sábado, abril 29, 2006

Xô Graciete




Finalmente temos nas nossas mãos a possibilidade de mudar o rumo desta escola, tornando-a como realmente deve ser. É tempo de mostrar à sr. dona dr. graciete (chega-lhe ou é preciso mais?) que os cancros também se curam e que é tempo de ser por a andar dali para fora. Como? Há tanta gente com mais capacidades que ela para esse cargo, por isso, por favor, candidatem-se professores! Contamos com vocês...

Daí a criação do Movimento Xô Graciete!

terça-feira, abril 25, 2006

assim podemos estar orgulhosos...

... da escola que temos. Porque os professores continuam a ser genais, não importa as tramas e as trevas que à volta deles (e de nós) se formam.

Porque o professor Rui Mateus é um deles. Eis a sua última frase: "Um Homem tem um fórmula 1 (encéfalo) a puxar uma carroça (esqueleto).". Isto sim é ser-se brilhante, isto sim é ser-se um verdadeiro professor. Que se lixem os dr (embora nem sempre).

sexta-feira, abril 21, 2006

Bomba Nuclear Genérica




Olá.
Você está prestes a construir uma arma de destruição em massa, portanto, terá que estar ciente de que poderá dizimar sua cidade, durante a experimentação.

Material necessário:

- Uma garrafa PET
- 2 Pombas Marotas (têm que ser marotas, senão não adianta)
- 1 foguete da NASA
- O computador HAL 9000 (de 2001 Odisseia no Espaço)
- 1 micro-combustor de energia cinética platónica
- 3 Nanochips maléficos
- 10 metros de fios de cobre
- 4 chávenas de OMO Progress
- 1 motor de faísca movido à fusão
- 1 tonelada de césio137 (muito encontrado em Goiânia)
- 10 pilhas Duracell Ultra
- 6 litros de Gasolina Aditivada
- Urânio a gosto
- Papel de Alumínio
- Um gato

Procedimento:

Recubra a sua garrafa PET com o papel de alumínio, de forma que não seja possível ver o fundo. Encha a garrafa com uma solução feita com a Gasolina, as pilhas, o Omo e o sangue das pombas marotas. Isso resulta numa substância completamente tóxica e mortalmente ácida. Coloque tudo na garrafa, o alumínio não deixará que derreta. Separe.

Pegue o motor de faísca, coloque todo o césio137 dentro dele, e faça-o funcionar, puxando a corda. Isso fará com que o césio se enriqueça, tornando o 150 vezes mais poderoso. Retire e separe.

Vamos à eletrónica da bomba. Ligue o combustor de energia cinética platónica e instale os nanochips. O computador tornar-se-á vivo. Coloque-o para conversar com o HAL, o computador mais inteligente já criado. Os nanochips apossar-se-ão de HAL, tornando os dois um só. Separe.

Agora, pegue o urânio e fique a banlança-lo por umas 2 horas, é importante. Tornar-se-á enriquecido como o césio, só que com 300 mil vezes mais energia. Envolva-o com o fio de cobre, isolando assim a energia.

Montagem:

Pegue o foguete da NASA, faça as alterações:

Retire o motor principal, pegue na garrafa, coloque o conteudo no motor de faísca movido à fusão, como combustível. Junte com o césio e instale o motor.
Retire o computador principal da nave, coloque o HAL. Use o urânio enriquecido para suprir as suas necessidades.

Coloque o gato para dirigir a nave, já que HAL fará tudo sozinho. Coloque a localização e faça as seguintes modificações no sistema de radar da nave:

No posto de antena AE-35, mude o sensor 3 para HI-FI STEREO, e o sensor 5 coloque como função paralelepídea com a manopla de comando 13A, que fica no painel ALFA. Já no posto AE-36, onde controla o radar principal de aproximação de alvos via laser, o sistema DELTA pode passar à posição 11, com chave cúbica 40.

Aperte o botão vermelho e coloque seus óculos.

EXTREMAMENTE ÚTIL SE APLICADA EM DETERMINADAS ESCOLAS

(pode tentar isto em casa. adaptado de http://www.humornaciencia.com.br/tecnologia/como-fazer-uma-bomba-atomica.htm)

Piadas científicas

Lá no além estavam reunidos os grandes físicos de todos os tempos, Einstein, Newton, Pascal, Hook, etc...
Então, como tinham a eternidade pela frente, resolveram brincar de esconde-esconde… Einstein foi contar…
Foi um corre-corre pra todo lado, todos a procurarem um esconderijo… Menos Newton… Pegou um giz, desenhou um quadrado de exactamente 1m x 1m e ficou em cima dele… Bem à vista de Einstein…
Quando ele terminou de contar deu de cara com Newton parado ali…
— Newton, não te quiseste esconder? - e já estava virando pra dizer o nome de Newton.
— Espere! - disse Newton - Não é Newton que estás a ver… É Pascal…
— Óbvio que não! - disse Einstein contrariado.
— É sim. - disse o outro tranqüilo apontando para os pés - Newton por metro quadrado…

segunda-feira, abril 17, 2006

School


apeteceu-me...

sábado, abril 15, 2006

Meta na sua cabeça


Meta na sua cabeça, ou na do teu namorado (cartaz de uma campanha). [clique na imagem, para ampliar]

sexta-feira, março 17, 2006

Eles por lá... e nós por aqui.


É que isto só visto, mesmo! Com a quantidade de coisas que por aqui se vão passando, é uma questão de dias para algo assim... esperemos que não... [notem bem a parte "na paz do senhor"!]

sábado, fevereiro 25, 2006

Cai a Escola... nasce a Esperança!


A Escola Secundária de Estarreja está hoje mais pequena! Além do pedaço de cimento que caiu no bloco C, outro bocado de cimento com cerca de 20 cm de largura, numa queda de poucos metros, desfez-se em pequenos e insignificantes pedacinhos de pó, semeando-se por entre os ladrilhos do chão avermelhado do bloco A. Poético, hein? Talvez faça lembrar os pedaços de cimento, podres e desenraizados, que na escola vão andando, tentando segurar-se sabe-se lá a quê, bastando uma incauta e inocente pisadela para, em segundos, desaparecer. É assim a passagem pela vida de quem cultiva inimigos no lugar de amigos e de quem julga reger o que não rege, reinar o que não reina, dominar quem não domina.

É essa a história do cimento que nunca reparou que o pisavam até que se deu por si a cair e a ser completamente destruído. Não por culpa de quem o pisou, mas por sua própria culpa.

Haja Esperança de que se mude o cimento e que outro melhor o venha substituir. É tempo de mudança, e o cimento tem que ser o primeiro. Até porque será bastante fácil. Credendo Vides!


Affinitas affinitatem generat.

sábado, fevereiro 18, 2006

A Guerra dos Mundos (Give Peace a Chance)

© copyright André Silva 2004. All rights reserved. Proibida a cópia sem referência ao seu autor.


A gripe avança, o Irão inflama e a Europa responde, estranhos fenómenos acontecem. Dir-se-ia uma Guerra dos Mundos. H. G. Wells no seu romance de ficção-científica apocalíptico-positivista não podia estar mais próximo da realidade dos tempos que correm, naturalmente que em sentido figurado e substituindo as ameaças reais por extraterrestres. Hoje chove como nunca, o clima está super quente, o Verão é super seco, o Inverno faz com que chegue a neve a sítios onde em muitos anos não chegou, as árvores partem-se, o Vento sibila constantemente, e há um cheiro a guerra no ar. Não me admirava nada se ouvisse trompas sonoras, ferozes e incansáveis, enquanto às compras ando ou na cama vou pensando.
Caros amigos: o passado já passou, mas o Homem não o ultrapassou. Os problemas de ontem continuam hoje - talvez mais intensos. A Humanidade pode estar perto do fim, com a constante ameaça, cada vez mais galopante, do H5N1, e continua incapaz de unir esforços. Por muito que nos atromente nos sonhos e que nos extermine nos pesadelos, continuamos as nossas guerras, continuamos a irritar-nos com coisas mesquinhas, magoamos os nossos amigos, ameaçamos os nossos inimigos.

BASTA

Será que ninguém entende? Nunca o Homem esteve em tão maus lençóis. As caricaturas a Maomé ofenderam os muçulmanos? Estão a exagerar, tudo bem, e a liberdade, direito que qualquer ser humano tem, está a ser posta em causa, mas não castiguemos mais a ferida... já chega! Ou iremos pagar tudo isso com juros redobrados. Para as guerras basta engolir orgulho, mesmo que isso signifique poupar quem merece ser dizimado e castigado pelos males que fez, mas à Natureza não há nada que valha: dá cabo de nós num explodir de um relâmpago e puff fez-se chocapic.

Valerá a pena tudo isto? Imagine...


---
Imagine there's no heaven,
It's easy if you try,
No hell below us,
Above us only sky,
Imagine all the people
living for today...

Imagine there's no countries,
It isnt hard to do,
Nothing to kill or die for,
No religion too,
Imagine all the people
living life in peace...

Imagine no possesions,
I wonder if you can,
No need for greed or hunger,
A brotherhood of man,
Imagine all the people
Sharing all the world...

You may say Im a dreamer,
but Im not the only one,
I hope some day you'll join us,
And the world will live as one.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Boas Notícias!


Como felizmente nem tudo nesta escola me faz ficar absolutamente irado, eis que, finalmente, posso escrever uma coisa que a Escola, não sendo a primeira vez que a faz, merece ser enaltecida por essa razão: a Acção de Formação de rádio-comunicações e rádio-amadorismo (as minhas desculpas se o nome não estiver correcto).
Esta acção, que compreende desde telegrafia a palestras várias passando por uma comunicação com a International Space Station, tem lugar na ESE durante uma semana, de 3 a 7 de Abril de 2006 com 8 horas diárias (das 9.30 até às 17.30).
Como tive a felicidade de participar na edição de 12 a 16 de Abril de 2004, acreditem em mim: é o melhor que há. Quem me dera que as aulas (algumas) fossem tão dinâmicas e tão interessantes! E podem crer que 8 horas é demasiado pouco! De qualquer forma desloquem-se de imediato à secretaria da escola ou falem com o professor Sá (e com os outros professores que também efectuam a Acção de Formação que infelizmente não sei os nomes). A inscrição é gratuita! (como dizem nas ofertas: limitado ao stock (de inscrições) existente).
(P.S. - vou dizer isto a letras pequenas porque às tantas este ano não é igual e depois reclamam: em 2004 além da Acção em si, ofereceram também um manual enorme contendo provas modelo do exame de radioamadorismo, código morse (entre outros) bem como um cd contendo programas de morse, manuais (nomeadamente "como montar uma antena") e como se isto não bastasse, ainda foram oferecidos tapetes de rato da Kenwood (viva à publicidade) bem como o diploma de participação e um poster do mapa mundo com os indicativos de cada país! Este ano talvez ofereçam um ham! (não um rádio, mas um presunto! piada para radio-amadores que falem inglês))
[aproveitando: mudei o template da página por achar que assim fica mais fresca, como convém a um blog deste tipo]

sábado, janeiro 21, 2006

O Futuro

© copyright André Silva 2004. All rights reserved. Proibida a cópia sem referência ao seu autor.


"Parece-me mais que obvia a certeza de sabermos qual o próximo Presidente da República!"

Isto é, caros leitores, uma autêntica MENTIRA!
A primeira pessoa que for votar, amanhã, e se votar, por exemplo, Francisco Louçã, fará com que, durante segundos, este tenha 100% dos votos! Se é tudo isto verdade, sabendo que hoje, agora, todos os candidatos têm zero votos, porque tentam constantemente dar a vitória a um ou outro candidato?

Nas sondagens mais recentes, Manuel Alegre surge em terceiro lugar a muito poucos pontos de Mário Soares: ora se houver um grupo de apoiantes de Mário Soares a organizar um almoço antes de ir votar, a comida pode perfeitamente ter qualquer problema e ficarem mal dispostos, de uma forma que não os permitam ir votar! Assim já Manuel Alegre seria o segundo! O caso é caricato mas é uma forma de tentar mostrar que votar importa, e que nunca nada está decidido. Os políticos têm a mania, bem como a comunicação social, de fazer crer que não adianta ir votar porque está tudo decidido, logo não se admirem com a quantidade de abstenções que há! As pessoas ficam com a ideia de que na democracia não vale a pena e que aquilo está tudo viciado, e eu começo a dar razão a essas pessoas. Espero que um dia as sondagens acabem, porque essa é uma forma de viciar a democracia tal como esta devia ser. Assim as pessoas não saberiam em quem a maioria tem intenções de votar, e como tal votariam naquele que satisfaz por completo os ideais de quem vota.

Mas aparte de tudo isto, quero deixar claro que esta foi uma campanha interessante, se bem que desesperada por parte da esquerda, em que se obtiveram bons resultados a nível de massas (no caso de Gerónimo de Sousa, por exemplo, que ainda faz crer que as pessoas acreditam em ideais, e lutam por eles (ou que pelo menos se manifestam)) bem como de uma campanha superior e inteligente, sem necessidade de responder à guerra com a guerra e não o fazendo (o caso de Cavaco é interessante, porque geralmente, mesmo com a tal superioridade de sondagens, quando se ataca responde-se, e este não o fez, conseguindo manter-se digno como qualquer presidente da República Portuguesa deve ser) mas também de vozes que se fizeram ouvir, bem do fundo, fazendo pensar o quanto condicionadas as pessoas são (o candidato Garcia Pereira pode congratular-se por ter conseguido fazer pensar nesse assunto).

Como remate, espero que amanhã se obtenha uma abstenção minúscula, preferencialmente inexistente, em que finalmente os portugueses e portuguesas, todos eles, votem com confiança e com vontade de mudar. Para mim, além de uma segunda volta, haverá uma surpresa. Não confio em sondagens. Confio em quem vota. Confio nos valores.

Depois, Alea Jacta Est.

terça-feira, janeiro 17, 2006

o Sexto Império


© copyright André Silva 2004. All rights reserved. Proibida a cópia sem referência ao seu autor.


Presidenciais, democracia, república, poetas, carcaças, Portugal, milagre, desgraça, fim, foi.

Cada vez mais julgo que Portugal cai, até porque Abyssus abyssum invocat, a um nível estupidamente exagerado e ridículo. Por vezes pergunto-me onde vivo. Portugal, pois certamente. Mas que raio é Portugal? Este pedaço de Terra a quem chamam País, desprovido de tudo e cheio de nada? Onde está o sonho, aquele que a vida comanda, e onde a felicidade e o Amor? Secou. Portugal está seco. Morto.

Gostava de ver Portugal renascer, de o ver novamente animado, esperançoso, orgulhoso, ciente de si, cultural. Um verdadeiro País.

Mas a realidade faz-me pensar que estamos muito longe deste sonho, e que caminhamos no sentido inverso.
O Sexto Império está a chegar e não falta muito. Destruição? Talvez... Desgraça? Certamente! Monarquia? Uma óptima ideia! Continuar como estamos, sem vontade de viver, sem luz ao fundo do túnel nem sequer rumor sobre a sua existência? NÃO! Agora, a realidade parece-me muito fácil descortinar: o Império vai voltar. Portugal vai fazer parte de um grande grande império como outrora foi, juntamente com o seu país "irmão": O Império do Brasil.

Aí escondam-me por favor... sou Português e por isso, neste momento, não tenho País.

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Tiveste gente de muita coragem
E acreditaste na tua mensagem
Foste ganhando terreno
E foste perdendo a memória

Já tinhas meio mundo na mão
Quiseste impor a tua religião
E acabaste por perder a liberdade
A caminho da glória

Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar

Tiveste muita carta para bater
Quem joga deve aprender a perder
Que a sorte nunca vem só
Quando bate à nossa porta

Esbanjaste muita vida nas apostas
E agora trazes o desgosto às costas
Não se pode estar direito
Quando se tem a espinha torta

Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar

Fizeste cegos de quem olhos tinha
Quiseste pôr toda a gente na linha
Trocaste a alma e o coração
Pela ponta das tuas lanças

Difamaste quem verdades dizia
Confundiste amor com pornografia
E depois perdeste o gosto
De brincar com as tuas crianças

Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar

Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar

Jorge Palma

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Macilenti pediculi acrius mordent


Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro
as feras.

Ninguém nos leva ao engano
toureamos mano a mano
só nos podem causar dano
espera.

Entram guizos chocas e capotes
e mantilhas pretas
entram espadas chifres e derrotes
e alguns poetas
entram bravos cravos e dichotes
porque tudo o mais
são tretas.

Entram vacas depois dos forcados
que não pegam nada.
Soam brados e olés dos nabos
que não pagam nada
e só ficam os peões de brega
cuja profissão
não pega.

Com bandarilhas de esperança
afugentamos a fera
estamos na praça
da Primavera.

Nós vamos pegar o mundo
pelos cornos da desgraça
e fazermos da tristeza
graça.

Entram velhas doidas e turistas
entram excursões
entram benefícios e cronistas
entram aldrabões
entram marialvas e coristas
entram galifões
de crista.

Entram cavaleiros à garupa
do seu heroísmo
entra aquela música maluca
do passodoblismo
entra a aficionada e a caduca
mais o snobismo
e cismo...

Entram empresários moralistas
entram frustrações
entram antiquários e fadistas
e contradições
e entra muito dólar muita gente
que dá lucro as milhões.

E diz o inteligente
que acabaram asa canções.


(e diz o estudante "faz-me lembrar algo")

Esta é a letra, escrita por José Carlos Ary dos Santos, que, interpretada por Fernando Tordo em 1973 no festival da canção o ganhou. Leiam bem o conteúdo da letra. A censura destruía até virgulas, e não baniu esta letra porquê? Ou porque era demasiado estúpida ou demasiado crente na estupidez dos alunos...não! Queria dizer, das pessoas!
Um ano depois caiu o regime, e as pessoas subiram ao poder. Ponto Final.

domingo, janeiro 08, 2006

Another Brick in The Wall



Fico extremamente contente por, estes dias, não haver grandes notícias que façam a comunidade escolar interessada e activamente positiva entrar em erupção, o que é consideravelmente bom. No entanto, lembrem-se que é importante que estejamos alerta, porque o Muro continua em pé e a qualquer momento poderá haver mais um tijolo a ser posto, mais um bocado de Muro erguido.

Não queremos Another Brick in The Wall.

quinta-feira, janeiro 05, 2006

Guerra e Paz



Quem tinha razão, quem tinha? Quem tinha?


Parece que depois de tanto tempo de manifestações, protestos e afins parece que, finalmente, as aulas de substituição para o ensino secundário deixam de ser obrigatórias. A 3 de Janeiro. Pergunto-me eu, tendo nós chegado à conclusão que essas não faziam sentido à meses atrás, foi preciso tanto tempo e tanta barafunda para depois nos darem razão.
Culpa nossa ou não, o que é certo é que aquilo pelo qual combatemos foi finalmente posto em prática: se fomos nós, mostrámos que sabemos o que queremos e que trabalhamos para isso. Se não fomos nós, então resta-me acreditar que a gestão da Escola não é tão incompetente como parece, para ter decidido uma coisa e depois alterado (e se recebeu carta de algum outro orgão, mais difícil se torna esta demonstração de fé).


Não existe vento favorável para aquele que não sabe para onde vai. (Schopenhauer)

segunda-feira, dezembro 19, 2005

Melhor Lembrar...


Já que muito provavelmente muito pouca gente leu ou está a pensar ler o regulamento interno, aqui ficam alguns pontos que acho muito oportunos. Porque será?

Capítulo VIII - Secção II - Deveres
Artigo 120º

3 - Ser leal para com os seus professores e colegas
6 - Contribuir para a harmonia da convivência escolar e para a plena integração na escola de todos os alunos.
8 - Participar nas actividades desenvolvidas pela escola.
9 - Respeitar a integridade física e moral de todos os membros da comunidade educativa, assim como os seus bens.


Como já repararam, isto é tudo tirado de um artigo, no meio de 143 artigos, e, curiosamente, refere-se aos DEVERES dos alunos. Agora pergunto-me: se estes (e são apenas quatro) são frequentemente violados por todos os lados possíveis e imaginários, mesmo que dificilmente compreensíveis, e sendo deveres, como podemos nós ver os nossos direitos respeitados?
Se ainda precisarem de mais motivos para os manifestos e para o clima de fúria controlada que existe na nossa escola, divirtam-se:


Capítulo VIII - Secção I - Direitos

2 - Ser ouvido, em todos os assuntos que lhe digam respeito, pelos professores, directores de turma e órgãos de administração e gestão da Escola e apresentar críticas e sugestões relativas ao funcionamento da mesma;

Porque não dão uma olhada ao capítulo IV, secção II, nomeadamente ao artigo 76º?
---
Para terminar, só me resta dizer uma coisa: o que acontece quando alguma destas alíneas é desrespeitada? Nada. Até porque não há local algum do Regulamento onde apareçam penalizações e advertências a quem não cumpre, mas apenas aos alunos (ver capítulo IX).

in Regulamento Interno da Escola Secundária de Estarreja 2001 (revisto em 2003)

sexta-feira, dezembro 16, 2005

Natal


Pois é, parece que faltam apenas 9 dias para o natal, e pouco mais de quinze dias para recomeçar o ritmo escolar habitual.
Como é Natal, tempo de paz e fraternidade, fica sempre bem desejar as habituais boas festas, mas este ano, creio que todos nós, uns mais outros menos, vão também pedir para que o Pai Natal traga justiça e igualdade. No Mundo, como na nossa escola. E esperamos todos que o próximo ano, porque este já está a terminar, nos traga essa igualdade e justiça: nas nossas casas, com as pessoas que amamos, com aquelas que nem amamos nem gostamos, nos empregos e na nossa escola. Porque é possível, bastando um pouco de boa vontade, mudar o Mundo, e mudar para melhor, não só o Mundo, como nós próprios. Espero sinceramente que certas pessoas e ideiais mudem, neste novo ano que se aproxima, e que a felicidade nos surga a cada esquina.
Punhamos patas ao artefacto e esforcemo-nos para que sejamos pessoas melhores e para que cuidemos de quem está ao nosso lado, porque se cada pessoa cuidasse de outra, no lugar de desejar que todas as criancinhas fossem felizes, toda a gente teria pelo menos uma pessoa a cuidar de si, o mundo seria equilibrado. Ying & Yang.

Termino esta mensagem de boas festas com a habitual frase: que o melhor deste ano que está a acabar seja o pior do próximo ano.

Vá lá, façam o favor de ser felizes.

quinta-feira, dezembro 15, 2005

A nova era?

Depois da manifestação de ontem, embora não tenha corrido propriamente bem, é talvez sinal que algo começa a formar-se na ESE. Os alunos não estão contentes, não só com a estupidez das aulas de substituição obrigatórias para o secundário, mas com diversas outras coisas que continuam a ter a mania de aplicar quando estão consideravelmente erradas.
Os alunos estão começar a ser ouvidos, fora da repressão habitual, e talvez essa voz chegue longe, audível, e que mude, para muito melhor, o ambiente da nossa escola. Porque a escola é nossa, embora nos digam que nada temos a ver com o que nela se passa.

Talvez seja o início de uma nova era. Mas pelo menos sabemos que temos uma voz que irá ser ouvida, quando assim entendermos.

terça-feira, dezembro 13, 2005

Fim à Censura


Numa sociedade em que cada vez mais se fala em liberdade, gostava que me explicassem que liberdade é essa. Nunca a vi. Nem sei se existe (e não, não é como o anúncio do ecoponto para pilhas...). Numa escola secundária, na nossa Cidade, era suposto que essa liberdade existisse. Talvez exista, mas parece-se demasiado com a Nessie... pena que ninguém a tenha visto. Já agora, pena que também não exista, embora lá digam que existe.

Com as Nessies que andam para aqui é de admirar não andarem todos de máquina fotográfica na mão, com chapéus panamá (não, professor Jesus Vidinha, não me refiro ao senhor! é que o panamá, daqueles originais fabricados no Equador, é imagem de marca dos turistas!) e galochas.

Mas o pior até nem são as ditas cujas Nessies, que com algum jeitinho até seriam divertidas, mas sim os próprios Loch's (lagos, onde no Ness a lenda diz que se encontra o monstro marinho) que inundam tudo o que está à volta...


Mas para rematar esta introdução (o duplo espaço anterior foi propositado! estava demasiado direitinho) quero dizer que este é o blog que servirá, a partir de hoje, para transmitir de forma simples e eficaz, o que, verdadeiramente, se passa nesta escola.

ESE Revista, a revista da nossa escola, revista. Sem censura.

ese revista, eserevista

segunda-feira, dezembro 12, 2005

Regras

É dever (e direito) de cada pessoa conhecer, respeitar e usar o que consta no regulamento interno de uma escola, instituição ou empresa. Aqui fica o link para o download do regulamento interno da escola secundária de Estarreja. "Use it well"

DirecTV Special
DirecTV Special